Psicóloga Maria Cristina Delattre

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Tratamento para Automutilação | Psicóloga Maria Cristina Delattre

Tratamento para Automutilação e Autolesão Não Suicida em Curitiba. Apoio psicológico focado em redução de danos.

Acolhimento para Automutilação
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Acolhimento na
Automutilação

A dor física muitas vezes é uma tentativa inconsciente de aliviar uma dor emocional que parece insuportável. Você não precisa enfrentar isto sozinho(a).

Entender o tratamento

O que é a Autolesão?

A Automutilação (ou Lesão Autoprovocada Não Suicida) é o ato deliberado de causar danos ao próprio corpo, como cortar-se, queimar-se, arranhar-se ou bater-se, sem a intenção de tirar a própria vida.

Muitas pessoas julgam erroneamente esse comportamento como uma forma de "chamar a atenção". Na verdade, a autolesão é um mecanismo de enfrentamento disfuncional: o cérebro usa a dor física aguda para tentar "desligar" ou distrair temporariamente o indivíduo de uma angústia psíquica que ele não sabe como tolerar.

Sinais de alerta importantes

Esconder o Corpo

Uso frequente de blusas de mangas longas ou calças compridas, mesmo em dias de muito calor, para esconder as marcas.

Isolamento Súbito

Afastamento repentino de amigos, familiares e atividades sociais. Trancar-se no quarto ou no banheiro por longos períodos.

Baixa Tolerância

Dificuldade extrema em lidar com frustrações cotidianas, sentindo que pequenas falhas são o "fim do mundo".

Ciclo de Culpa

Após o ato, o alívio temporário é quase sempre substituído por uma imensa culpa e vergonha de si mesmo.

Por que o comportamento ocorre?

O cérebro aprende que a dor física libera endorfinas na corrente sanguínea, promovendo um falso "relaxamento" para combater a angústia. O problema é que o corpo cria tolerância, exigindo danos cada vez mais severos.

As causas variam muito: desde quadros de depressão, ansiedade severa, bullying na escola, até traumas e sentimentos profundos de rejeição ou "vazio" interior.

Qual a importância da Terapia?

Exigir simplesmente que o indivíduo "pare de se cortar" não funciona, porque você estaria a tirar-lhe a única forma que ele conhece para sobreviver à dor psicológica.

O tratamento foca em substituir esse mecanismo. Ensinamos ao cérebro novas formas, saudáveis e seguras, de lidar e tolerar as emoções intensas, desarmando a necessidade de punir o corpo.

O meu papel no seu tratamento

No consultório, você encontrará um espaço livre de repressões ou julgamentos morais. A minha abordagem utiliza técnicas sólidas de Regulação Emocional e Redução de Danos.

Iremos mapear juntos os gatilhos que desencadeiam as crises e construir um "plano de segurança". Passo a passo, você irá aprender que as emoções difíceis vêm e vão, e que é possível sobreviver a elas sem se machucar.

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Cuide da sua Saúde Mental pois a física, familiar, a social, a profissional e a financeira dependem dela.

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